24 de set. de 2010

Caneta, caderno, coração.

É como se o meu coração fosse parar na ponta da minha caneta.
Penso, escrevo, descrevo sentimentos que desconheço, que talvez nunca tenha vivido.
A cada palavra escrita sinto um enorme descarregar.
Sai de mim, muitas vezes, sem sentido, sem razão. Pode até não ser racional.
Deixo a emoção falar. Calo a razão. Faço-a dormir, não para sempre.
Breve guardarei a emoção em uma caixa...
Não a despertarei até que o meu coração decida passear em uma folha rabiscada.
Afinal, quem o pode aprisionar?
[Mariana Oliveira]

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