17 de jun. de 2010

A Princesa

Uma princesa, era assim que ele me fazia sentir; Fazendo questão que eu falasse bem, comesse educadamente, tratasse bem as pessoas e principalmente honrasse meus pais. Quando estava com ele, era apenas sua princesa, sua companhia, absorvendo suas mínimas atitudes, levando aquilo como um treinamento; Sempre satisfeita, pois não havia nada mais aprazível que pertencer a ele.
Havia momentos de discórdia, mas ele me ensinou em todos eles. Alegra-me saber que me pareço com ele, mesmo que em pequenas coisas; E meu desejo é ser honrada como ele foi e herdar as qualidades do seu caráter. Não há como esquecê-lo, meu DNA me lembra em todo tempo; E a melhor herança que me deixou é o que me ensinou. Não consigo falar sem lágrimas deste ser insubstituível que me ensinou tudo o que eu sei, que me ensinou a ser quem sou.
Não o sinto no vento, nem no sol, mas sinto-o verdadeiramente em meu coração, em minha memória, e nela serei sempre sua Princesa!

Amo-te Vovô!

(Manuella T. Dutra de Almeida)

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